colecionando estrelinhas caídas na areia

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Você tem experiência?


Cortesia de Rogerio Devide

Você tem experiência?
 
Já fiz cosquinha na minha irmã pra ela parar de chorar.
Já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto.
Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.
Já passei trote por telefone.
Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo. Já confundi Sentimentos.
Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro.
 
Já me cortei fazendo a barba apressado,
Já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas,
Mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas.
Já subi em árvore pra roubar fruta.
Já caí da escada de bunda.
 
Já fiz juras eternas,
Já escrevi no muro da escola,
Já chorei sentado no chão do banheiro,
Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando,
Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado,
 
Já me joguei na piscina sem vontade de voltar,
Já bebi uísque até sentir dormente os meus lábios,
Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso,
Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua,
Já gritei de felicidade,
 
Já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um para sempre pela metade.
Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol,
Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração.
 
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:
                               
                                       Qual sua experiência?

Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência.. .experiência.

Será que ser plantador de sorrisos é uma boa experiência?
 
Sonhos!!! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!

Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta:

Experiência? Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?

Algo que Mariana nunca deveria ter de ouvir


Vanessa olhou Mariana de uma forma que conheço bem: os olhos mais verdes do que nunca, fixos, faiscando, que me faz tremer e eu ainda não entendo bem. Só sei que olhando assim não é fácil esconder a verdade dela:

- Seja sincera com você mesma… olhe com clareza todos os momentos que vocês vivenciaram juntos e responda: Alguma vez ele demonstrou que gosta de você da mesma forma que você gosta dele?

Mariana soluçou e uma lágrima correu pelo rosto já úmido de choro:

- Nunca.

- Então entende que nada depende de você?

Um dia Ricardo disse que não entendia essa coisa kamikaze de, mesmo sabendo que vamos quebrar a cara, termos dificuldade em voltar atrás, abrir mão do que queremos. Francamente, também eu não tenho essa sabedoria.

- Maior que nós todos é Deus, minha querida e Ele garante que o choro pode durar por toda uma noite, mas a alegria vem pela manhã.

É. Desejariamos nunca ter de atravessar essas noites intermináveis. Jansen Packar, quer saber mais?

Algo que poderíamos falar a Mariana


Eu queria poder dizer a Mariana que tudo isso passa e, um dia, ela verá as coisas com a serenidade(ou sabedoria) de Fernando Pessoa: “Todas as cartas de amor são ridículas/mas não seriam de amor, se não fossem ridículas/Na verdade as lembranças que hoje tenho daquele amor/é que são ridículas”. Mas, penso: não estarei eu a condenando a um extremo desacreditar?
Gostaria de dizer a Mariana, que não vai doer, embora saiba que o caminho do desapego é inevitavelmente doloroso: a semente morre antes de florescer. Então, senhores espertalhões do mundo, minimizem isso!
Bem podia dizer a Mariana que a verdadeira definição de amor é aquela que Meg Ryan dá a Matthew Brodderick em A Lente do Amor: “Um dia meu pai achou um cachorro doente na rua; ele tinha bicheiras pelo corpo todo. Então meu pai cuidou dele pacientemente; ele enfiava o dedo nas feridas para tirar os vermes que iam se multiplicando. Não se importava se tinha, até mesmo, de tirar vermes do ânus do cachorro, tudo o que ele queria era a sua cura. Isso é amor.” Eu adaptei as palavras, não são as mesmas do roteiro, mas o sentido está preservado. Mas, penso: que adianta saber isso, se na nossa ansiedade, preferimos as paixões de telenovelas?
Poderia também dizer a Mariana que esses amores rejeitados um dia vão se tornar como aquela histórinha que o tiozinho do cinema conta ao rapaz em Cinema Paradiso : o amor do guerreiro pela princesa, os cem dias de esperança… e o amor se cansa de esperar e vai embora. Mas, penso, há amores que jamais se cansam: se transformam.
Então, o que posso fazer quando a minha amadinha amiga aborrencente chega, com os olhos mareados de lágrimas e as primeiras frases de amor escritas nas páginas do caderno, e se aninha no colo de Vanessa?
Preparo a pipoca e escolho um filme bem inofensivo: 2012, crente que não há riscos de lágrimas românticas.
Mariana até se descontraiu, vibrou, e soltou um gritinho de susto: aquela luz no rosto juvenil, queimado de sol de tanto andar de skate.
Ao final ela disse que adorou:
- Sabe o que eu mais gostei?
Dos efeitos especiais bombásticos e de última geração? (ingenua esperança!)
- Não. Daquilo que o John Cusak falou pra Amanda Peet no final.
Eca! As vezes a gente esquece que paixões são mel com morango demais!
Jansen Packar. Quer saber mais?

As verdadeiras amizades, segundo Renato Leitinho


 

Esta é mais uma das centenas de mensagens que lotam nossas caixas de e-mail:

A VERDADEIRA AMIZADE FEMININA
.
Enviado por renatoleitinho em 25 Abril, 2004 – 21:22
Duas mulheres se encontram na rua, uma delas saindo do cabeleireiro:
Mulher 1: Olá, querida!!! Você cortou o cabelo?
Mulher 2: Cortei amor! Você não imagina com quem… o Edson,
aquele mago da tesoura.
Mulher 1: Maaaraaaviiilhooosooo. Ficou 10 anos mais moça. Essas
mechas, que bárbaro! Vou mandar fazer igualzinho. Foram luzes?
Mulher 2: Não menina, é uma técnica nova de clareamento que ele
trouxe da Itália. Imagina que… (Meia hora depois…)
Mulher 1: Então tá bom querida. Corre pra casa que teu namorado
vai morrer de orgulho da mulher que tem.
Mulher 2: Ai amiga, te adoro! Beijinhos!
Mulher 1 sai pensando: Como essa perua ficou ridícula! Será que
ela não se enxerga? Não sei como aquele gato do namorado dela
continua com ela. Se der mole eu agarro ele.
Mulher 2 sai pensando: Essa galinha deve estar morrendo de inveja
do meu visual. Ainda quer fazer igual, vê se pode! Com aquele cabelo que parece um arame. Nem com implante!
.
.
A VERDADEIRA AMIZADE MASCULINA
.
Dois Homens se encontram na rua, um deles saindo do barbeiro:
Homem1 : Opa! E aí seu filha-da-puta? Tava cortando o cabelo né?
Homem 2: Não jacu… tirei pra lavar, aproveitei e deixei a orelha crescer!
Homem 1: Que merda de corte, hein? Tu tá parecendo um viado. O cabelereiro entendeu PRA BICHA ao invés de CAPRICHA é?
Homem 2: É… mas tua mãe gostou.
Homem 1: Falou então!…ah, manda um beijo pra aquela gostosa da tua irmã, viu?
Homem 2: Vai se fuder, seu corno! Até mais!
Homem 1 sai pensando: Esse cara…Gente finíssima!
Homem 2 sai pensando: Adoro esse cara… Muito gente boa…

Aí sim… fomos surpreendidos novamente.

Jansen Packar. A liberdade não censura as expressões:  as verdadeiras amizades permitem zoações assim. Quer saber mais?

 

 

 

Coisas que fazemos sozinhos


Vanessa fez um fondue de chocolate branco com cassis e serviu à mesa com uma delicadeza incrível; unindo aroma, sabor e visual ficou mesmo delicioso.

Como ela nunca tinha mencionado, fiquei surpreso . E disse isso.

Ela arqueou a sombrancelha e me olhou com uma carinha de mistério(ela estava com essa mania desde que falei que a Angélica ficava linda quando fazia isso. Vanessa não disse nada na hora e eu fingi que não a vi ensaiando no espelho. Como a palavra “feio” não existe para definir Vanessa, I’m sorry Angelica, mas… acho que alguém consegue ficar tão mais linda que você).

- Fondues foram as  companhias mais frequentes dos meus sábados a noite sozinha. Mamãe sempre fazia pra mim, mas não gostava muito; depois de um tempo minha irmã passou a fazer; eu mesma aprendi… E em todas as vezes eu acabava comendo sozinha. É estranho porque eu nunca tinha me dado conta disso até conhecer você. Eu te convidei pra dividir um fondue comigo, lembra?

Devo ter feito uma cara de “uh!” lastimável. Não me lembrava.

- Era uma coisa minha; acho que queria saber se podia contar com você. Sabe aquelas charadinhas que a gente se impõe quando estamos indecisos e só servem pra ficar ruminando o que nos faz mal: a ansiedade?

Eu não fui. Não sei por quê.

- Foi estranho aquela noite; pensei em mil motivos e desculpas por você. Mas enquanto preparava o fondue, descobri que sempre tinha feito aquilo sozinha. Então descobri o que tinha me incomodado: era o fato de que não queria mais fondues sozinha nos meus sábados a noite. Isso me fragilizou a princípio, mas essa clareza de pensamento acabou me deixando mais forte.

Que bom hoje eu poder dividir um fondue com você.

- Sabia que não conheço quem goste de fondues tanto quanto eu?

Me passou umas coisas pela cabeça. Será que Vanessa estava em dúvida ou

Será que ela queria voltar a ser livre ou

Será que por algum motivo estava insegura?

Tive vontade de dizer que deixa-la sozinha, seja o dia que fosse, não estava nos meus planos.

Mas não disse.

Segundo São Tomás de Aquino, os anjos vivem num tempo espiritual, ao qual ele chamou de evo, onde há essencialmente intelecto e vontade. Nesse tempo podem surgir as dúvidas e a aceitação da dúvida.

As pessoas são o que elas nos dizem. Além disso a nossa percepção do outro é carregada com nossas próprias impressões: nunca vemos as pessoas como realmente são e se mostram pra gente.

As impressões que temos já nascem carregadas de nossas expectativas e desejos. Isto confunde a nossa interpretação dos fatos.

Não sei o tempo de Vanessa, talvez nunca venha a saber e isso é bom: nunca pisarei em seu coração por me achar seu dono.

O que sei é que, por muito tempo, ela me encontrará aqui.

Packar, Jansen Packar. Quer saber mais?

Quem quer ser roteirista da Globo?


ou Como eu amava a minha Remington – Parte II

É isso mesmo mesmo, meus amados, vejam até onde me levou a minha Remington:  respondi ao anuncio de jornal onde a Globo procurava roteiristas para o cursinho que ela mantêm. 

Para sermos os felizes contemplados deveriamos transformar um poema do Carlos Drummond de Andrade, O Caso do Vestido, em um roteiro. Pra variar eu não só viajei na maionese, como escorreguei na mesma.

Se à época eles leram não sei, mas anos depois, eis que meu roteirinho ressurge, para o meu museu Remington.     

Dei o singelo título Sob o Vestido.

Jansen Packar. Quer saber mais?  

OOOPsss: Em tempo, esse poema foi levado ao cinema pelo Paulo Thiago em 2004, com a Gabriela Duarte e o Leonardo Vieira: O Vestido. Ficou legal.

Eis o poema de Drummond:  http://www.releituras.com/drummond_vestido.asp

Remington, Dostoievski e ‘Sa Dona Felicidade


ou Como eu amava a minha Remington – Parte I

Não sei se as pessoas contemporaneas de minha juventude concordam comigo, mas o grande charme de se trabalhar em escritórios até meados dos anos 80 era o tec-tec-te-plim das máquinas de escrever. Coisa que os computadores e seus teclados maravilhosamente discretos substituiram nos proporcionando os kits multimidia que nos permite recriar nosso mundinho particular   em pleno horário de expediente.

Para os filhos da geração tecnologica devo esclarecer que as máquinas de escrever Remington foram o que havia de melhor  e registraram: o nascimento e óbitos de papais, vovôs e filhinhos; documentos públicos e escusos que mudaram a história de países e pessoas; incontáveis bilhetinhos anomimos de amor e traição e otras cositas mas.

 
 

a minha Remington era assim

Se quiser saber mais sobre as um dia revolucionárias máquinas de escrever dê uma espiadinha neste link  http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1quina_de_escrever

Pois bem, sempre quando trocava de emprego gostava de comprar coisas icônicas com meu primeiro salário, que sempre refletiam a minha face camaleonica do momento: boné do Chicago Bulls, radio gravador National(último antes da fusão com a Panasonic), livros(o que me levou a comprar O Eterno Marido  e este me levou à Remington)…

Eu explico. De Fiodor Dostoievski O Eterno Marido é desse livros absolutos, que provocam uma ebulição de emoções e possibilidades na cabeça da gente. A narrativa do  reencontro do marido, Pável Pávlovitch, com o ex-amante de sua falecida mulher, Vieltchâninov é uma avalanche de emoção, suspense, humor e tirania que deixam qualquer autor atônito.

Assim nasceu a minha febre literária, que rendeu algumas coisas bizarras e inconfessáveis, mas rendeu outras que até gosto.

Assim, vasculhando as caixas velhas achei um texto de 1991: ‘Sa Dona Felicidade, um romance com tempero caipira(se você assistiu A Marvada Carne, meu filme brasileiro favorito, vai encontrar algumas similaridades).

Sa Dona – gravuras

O original está todo datilografado, com uns erros grosseiros, mas decidi escanear e publicar assim mesmo; para me dar o prazer de preservar o meu momento Remington.

Ah, passada a febre literária a minha Remington ficou lá esquecida e quebrada num canto até que Maria a viu e, movida pela mesma paixão que um dia tive, levou-a para o conserto.

Parece que ainda mantêm uma parceria produtiva.

Jansen Packar. Quer saber mais?

O Apache


De vez em quando, depois de uma festa ou de uma reuniãozinha de amigos durante a semana mesmo, sempre cabe a mim e à Vanessa levarmos quem bebeu demais para casa.

Não raras vezes acontece da gente descobrir que esse amigo não quer chegar logo em casa e então procuramos alguma padaria já aberta, não para uma saideira, mas para, chamamos assim, uma restauração moral. Ou seja, aquele momento em  pode falar o que sente ou simplesmente se recompor para o resto do dia.

Eis assim, Henrique, olhando fixamente para seu copo de café extra-forte por um bom tempo. Vanessa cochila no meu ombro e eu fico olhando a chuva fina lá fora. Do outro lado do balcão tem um senhor que, há bem  uns dez minutos, segura um copo com meia dose de aguardente, na altura do ombro, enquanto fala uma língua que só ele entende(eu só consegui entender internet e dez milhões).

- Eu me sinto um apache. Sabe um guerreiro apache?

Assenti com a cabeça, mas não falei nada. Vanessa desenhou círculos no balcão. O senhor continuou falando no seu idioma alienígena e eu entendi internet de novo.

- Se uso flechas, são  pesadas demais….- ele tomou o café em dois goles.- Vamos embora?

A gente se levantou e o senhor nos saudou com o copo. No carro, Henrique permaneceu calado, no primeiro semáforo começou a cantar, com a voz limpa, pausadamente:

- Me sinto um tolo como um viajante dentro da tua casa… pássaro sem asa…

Essa deve ser a hora das línguas incompreendidas; acho que isso justifica o caminho do Henrique e o daquele senhor senhor terem se cruzado.

Jansen Packar. Quer saber mais?

Por um segundo de esclarecimento


Algumas das crônicas podem parecer datadas. É que estamos transferindo o conteúdo originalmente publicado em outro blog: http://aldeiaoficial.com/blog.

Mas, para você não perder o click, curta esse bom momento MPB.

Momento Zen… casas(adaptado)


Já que o BBB, a casa mais vigiada do Brasil, A Fazenda e até mesmo a Xurupita’s Farm estão por aí, vale a pena dar uma espiadinha na nossa casa.

Essa é do colunista Franco Guizzetti, do Portal Terra:

“Nenhuma casa é igual à outra, pois cada lar tem sua própria vibração energética(…)Essas características estão relacionadas com acontecimentos, manias ou costumes de seus moradores.”

Daí ele classificou as casas em tipos. Veja se a sua está por aqui:

Casa da Mãe Joana: local onde vale tudo. Lá predomina a confusão e desorganização.

Casa de boneca ou Casa da Barbie: Tudo é arrumado, lindo e organizado.

Casa da mama: sempre cabe mais um, especialmente para comer ou dormir. Há mil mordomias e mimos para os filhos e “agregados”.

Casa BBB: todos os ambientes têm espelhos para que as pessoas fiquem admirando sua própria beleza.

Casa restaurante: sempre tem uma comidinha no forno.

Casa Muro das Lamentações: todo mundo fica choramingando sobre problemas da vida.

Casa Procon: os habitantes só reclama da vida, do governo, do mundo, enfim, de tudo.

Casa de gelo: além de ser uma casa fria, todos os moradores têm uma “relação gelada” entre si. Não há calor humano.

Casa hospital: onde só encontramos doentes e hipocondríacos. A toda hora correm para a farmácia.

Casa de loucos: só fazem “loucuras”. Ninguém é “bom da cabeça”.

Casa reis do ringue: todo o dia tem briga, porrada e, as vezes, até mesmo, polícia na porta.

Casa cassino: a jogatina rola solta durante dias e noites.

Casa do terror: é o recanto das assombração. Em cada ambiente só se leva susto.

Casa dos agitos: a festa é garantida, em todos os dias.

Casa dos esfomeados: nunca tem nada para comer.

Casa bomba: a cada minuto acontece uma explosão de mau humor.

Casa dormitório:as pessoas vão para casa para dormir.

Casa mentirosa: onde tudo é falso ou enganoso.

Casa estranha: Onde estou? Que lugar é este?

Casa paraíso: as pessoas moram no céu. Os cômodos são calmos e arrumados.

Casa normal: essa é a casa perfeita. Seus moradores se sentem bem e felizes. Há problemas sim, mas eles são resolvidos.

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